Chiamamanda vem de uma família de classe média e sempre teve acesso à educação e livros. Ela conta que aprendeu a ler e escrever cedo e costumava reproduzir histórias de acordo com os livros que lia. Estes livros eram o oposto da sua realidade e não possuíam nenhuma identificação africana, mas como eram os únicos livros que conhecia, ela reproduzia sua "história única".
Por ser africana, causou espanto à sua colega de quarto nos Estados Unidos. Para a colega, Chiamamanda não correspondia à imagem da África que ela conhecia.
E qual seria essa imagem da África? Não seria também a imagem que temos?
É comum pensar na África e associarmos à catástrofes, paisagens bonitas, animais, pobreza, AIDS e o sentimento de pena.
Chiamamanda vem mostrar que a África é muito mais que isso! E nos leva a refletir sobre quantas vezes reproduzimos a nossa "história única" todos os dias, sobre fatos que desconhecemos e não estudamos.
Quantos preconceitos existem por conta dessas "histórias únicas"? Vamos refletir?!
Não deixe de ver o vídeo!
;)
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